Ex-MasterChef faz relato sincero sobre dores após cesárea: “Melhor escolha possível”

Taíse Spolti e Valter Herzmann, ex-participantes do “MasterChef Brasil”, se tornaram oficialmente papais! O casal, que se conheceu na cozinha da quarta temporada do programa, deu às boas-vindas a pequena Pietra na noite do dia 5 de julho, em um hospital de Sapiranga, no Rio Grande do Sul.

Nascimento de Pietra
A notícia do nascimento da menina foi dada pelos próprios cozinheiros em publicações feitas no Instagram. Por lá, os dois se derreteram pela chegada da bebezinha e agradeceram todas as mensagens de carinho que receberam dos fãs.

“A perfeição em seus mínimos detalhes! Não consigo tirar as mãos dela e ela não larga meus dedos. Já amava ela antes de conhecê-la, agora amo 1000 vezes mais!”, escreveu o papai babão na legenda da foto em que mostra as mãozinhas da filha.

“Nascemos! Literalmente. Nasceu a Pietra, nasceu uma mãe, nasceu uma família”, disse Taíse no post em que aparece com a recém-nascida no colo. Na mesma postagem, ela ainda aproveitou para fazer um extenso relato sobre seu parto e as primeiras sensações que vem sentindo no período do puerpério.

Cesárea eletiva e puerpério
A nova mamãe do pedaço contou para seus seguidores que a filha acabou nascendo através de uma cesariana – que estava em seus planos, caso o parto pélvico não fosse possível. Isso porque, com 40 semanas e 1 dia, a bebê estava de lado e sem encaixe, e as contrações da mamãe estavam bem irregulares.

“Minha vontade de ter ela da maneira mais sensata e saudável possível foi atendida e respeitada. A melhor escolha possível, assim estamos bem, em casa, se recuperando”, escreveu Taíse, sinalizando que a cesárea eletiva foi sua opção naquele momento pelo bem-estar de sua filha.

Além disso, a cozinheira gaúcha também falou sobre as “dores” que está vivendo no pós-parto e que não se limitam às dores físicas – especialmente àquelas dos pontos da cirurgia. Segundo ela, essas sensações que se transformam com a chegada de um bebê “só quem é mulher e decidir engravidar vai conhecer”.

Confira o texto sobre as “dores” do puerpério de Taíse Spolti:

“Falando em recuperação, vamos falar do puerpério… Choros, lágrimas, dor física e dor emocional. A dor dos pontos não se compara a dor de um bebê com fome, e seu coração apertado achando que você está fazendo tudo errado.

A dor de se olhar no espelho e se ver estranha, barriga murcha, vazia, seios fartos, fartos… a dor da maternidade que só começou, mas que dor é essa que se apaga ao primeiro sorrisinho do dia? Ao aperto dos dedos no peito para agarrar o leite com força, que dor é essa tão surreal que evapora quando escutamos um resmungo baixinho de prazer por ter mamado tanto.

Que dor é essa que vaidade alguma resiste… A cor da pele muda, o cabelo muda, o corpo muda, o olhar do homem muda, por mais que não ache, muda, e muda nossa percepção do que é ‘olhar’, olhar de tesão ou de medo, de amor ou respeito.

Os olhares que alimentam a nossa alma, os olhares do espelho, de um para o outro, o olhar do mundo, que agora que resume a um olhar só, de amor e ternura, e pureza. Essa dor, só quem é mulher e decidir engravidar vai conhecer. Podemos empatizar, sim, respeitar, sim, mas entender? Só passando.”

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Nascemos! Literalmente. Nasceu a Pietra, nasceu uma mãe, nasceu uma família. Nasceu de cesárea, que estava em meus planos caso o pélvico não fosse possível. 40 semanas + 1 dia, de ladinho, sem encaixe, contrações bem irregulares, e minha vontade de ter ela da maneira mais sensata e saudável possível foi atendida e respeitada. A melhor escolha possível, assim estamos bem, em casa, se recuperando. E falando em recuperação, vamos falar do puerpério… Choros, lágrimas, dor física e dor emocional. A dor dos pontos não se compara a dor de um bebê com fome, e seu coração apertado achando que você está fazendo tudo errado. A dor de se olhar no espelho e se ver estranha, barriga murcha, vazia, seios fartos, fartos… a dor da maternidade que só começou, mas que dor é essa que se apaga ao primeiro sorrisinho do dia? Ao aperto dos dedos no peito para agarrar o leite com força, que dor é essa tão surreal que evapora quando escutamos um resmungo baixinho de prazer por ter mamado tanto. Que dor é essa que vaidade alguma resiste… a cor da pele muda, o cabelo muda, o corpo muda, o olhar do homem muda, por mais que não ache, MUDA, e muda nossa percepção do que é ‘olhar’, olhar de tesao ou de medo, de amor ou respeito. Os olhares que alimentam a nossa alma, os olhares do espelho, de um para o outro, o olhar do mundo, que agora que resume a um olhar só, de amor e ternura, e pureza. Essa dor, só quem é mulher e decidir engravidar vai conhecer. Podemos empatizar sim, respeitar sim, mas entender? Só passando. Obrigada pelo carinho que recebemos desde que ela nasceu, obrigada pelas msg que eu não consegui responder, e obrigada por respeitarem esse meu momento mulher X mae X puerpério. Sigo em frente dando meu melhor por aqui, e logo logo estaremos de volta a programação normal incomodando na internet (agora nós três rsrsrs). Desculpem a foto na timeline, mas nenhuma outra conseguiria demonstrar a veracidade do momento. ❤️ #puerperio #puerpera #babygirl #babyblues #amormaior #nascimento #renascimento

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